quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Fallen - Lauren Kate

Alô! Tudo bem aí?
Fallen, de Lauren Kate, volume I da “Série Fallen”, 406 páginas, editora Galera

Sinopse: Após a morte misteriosa de um amigo, Lucinda Price (Luce), jovem ingênua, é internada em uma espécie de escola-reformatório chamada Sword & Cross. Lá, ela faz amigos e inimigos, mas o que mais lhe chama atenção é Daniel Grigori, garoto sombrio, misterioso e que deixa claro que não a quer por perto desde o primeiro dia. Porém, alguma coisa nele a atrai intensamente e ela está disposta a descobrir o que o jovem esconde, mesmo que isto possa custar sua vida. Além disto, Luce é perseguida por sombras assustadoras há vários anos, sem ela saber por quê.

Fallen foi o primeiro romance sobre ‘anjos na terra’ que eu li. A temática me chamou atenção e pretendo ler outros futuramente. Foi um livro que em vários momentos dividiu minha opinião entre positiva e negativa. A história soube misturar anjos, vidas passadas, personagens característicos e mistérios, mas ao mesmo tempo peca na enrolação (demora até os fatos serem explicados e acontecer alguma coisa impactante) e no triangulo amoroso mal explicado (Luce prefere e insiste em Daniel, enquanto Cam parece de cara ser muito melhor. Inicialmente). O livro deixa um gancho pra continuação (Tormenta) e assim espero que muita coisa seja explicada.  Fora isso, é muito fácil e gostoso de ler, além do romance meigo e encantador entre Luce e Daniel.

Gostei, e pretendo seguir em diante com a série. Porém, vou dar uma estrela a menos devido a uma pergunta que vos faço: Quantos livros com a seguinte sinopse você conhece: “garota solitária em novo colégio estranho se apaixona por garoto lindo que esconde um segredo”? Sem pensar muito, já consigo me lembrar de 3. Cá pra nós, está um pouco repetitivo...

Formô!

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Coldplay - Mylo Xyloto

Opa! Tudo bom? Vamos de 'milo chiloto' (calma, essa é a pronúncia "ogra" o_o)

Lançado no final de Outubro pela EMI, eis o quinto álbum do Coldplay: Mylo Xyloto.
Segundo Chris Martin, o “mái-lo zai-lôu-to” (agora sim) é conceitual e conta a história de “amor entre dois protagonistas em um meio opressivo, mas com um final feliz”. Além disto, também conta com influencias da arte com grafites (pode-se ver pela capa).
É um bom álbum, gostoso de ouvir e tudo mais, mas confesso que precisei ouvir mais de duas vezes para formar opinião sobre cada faixa, pois em alguns momentos acabava achando algumas semelhanças entre elas.

Músicas embaladas e com boas letras chamam atenção como Hurts Like Heaven (com o so cold, so cold ♪ que gruda no cérebro), Every Teardrop is a Waterfall (primeiro single), Charlie Brown (momento ‘rebelde’) e Don’t Let it Break Your Heart (a mais chatinha, na minha opinião).

Existem três faixas instrumentais: Mylo Xyloto (abertura do cd, muito bonita), M.M.I. X (que não disse muito a que veio) e A Hopeful Transmission (que ok, é boa).

A faixa Major Minus dividiu opiniões “mundo à fora” (leia-se críticas, resenhas, etc) por ter uma certa semelhança com o U2 (na fase do cd Achtung, Baby), o que pode ter sido uma conseqüência da produção de Brian Eno (que já trabalhou com os irlandeses muitas vezes). O fato é que a música é um tanto repetitiva e não tem cara de Coldplay. 
Por falar nisso, a parceria um tanto inusitada com Rihanna em Princess of China foi boa, mas a música tem cara de rádio e parece muito mais “Rihanna com participação de Coldplay” do que o contrário, se é que me entendem. Sem falar que ‘foge’ um pouco do contexto do álbum.
As “lentinhas” do cd ficam por conta de Up in Flames (boa pra estalar os dedos e cantarolar, graças a batida), Up With the Birds (boa música, excelente escolha para fechar o cd) e U.F.O. (pra dormir...).

Minhas preferidas foram Paradise, que além de ter sido o segundo single, é tristonha e ao mesmo tempo motivadora (talvez por isso seja a que mais tem a cara da banda) e Us Against the World, que me conquistou de cara, por tudo.



Coldplay fez um bom trabalho com Mylo Xyloto, ainda que não seja o melhor deles. Espero de coração que não seja o último :)


Ah, as resenhas de Born to Die, Evanescence e Lioness virão. Aguardem.

Formô!

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Charlie & o Coração

Alô! Tudo bom? Na última semana surgiram algumas novidades musicais :D
Coldplay – Charlie Brown:


O terceiro single do álbum Mylo Xyloto teve seu clipe lançado esta semana. Sem uma história muito definida, a banda aparece tocando em uma festa cheia de luzes e cores. Fofo, divertido e a música é ótima.

Evanescence – My Heart is Broken:
Segundo clipe do album entitulado “Evanescence”. No vídeo, a linda Amy Lee cria objetos e fantasia com luzes dentre a escuridão. Sombrio, mas muito a ver com a música. Lindo.
Lana Del Rey – Born to Die
Ok, este não é novidade. A novidade é que Lana, a ex-Lizzie Grant, lançou na semana passada seu primeiro disco com o novo nome e a nova identidade, o “Born to Die”. Vale conferir o primeiro clipe oficial.

Já preparei para o Red Behavior resenha dos 3 álbuns citados acima (Mylo Xyloto, Evanescence e Born to Die) e vou deixar vocês escolherem qual vai pintar por aqui primeiro. Além disto, tmabém podem escolher o álbum póstumo da linda Amy Winehouse, o ‘Lioness: Hidden Treasures’. 
Qual clipe vocês mais gostaram? Qual resenha querem ver primeiro aqui? 
Votem na enquete à esquerda, por favor :)
Formo!

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

"Imortais"

Opa! Tudo bom?
Imortais (Immortals), de Tarsem Singh, 2011

Na Grécia Antiga, uma poderosa arma divina está perdida: o Arco de Épiro/Epirius. Atrás deste estão o rei Hyperion e seu exercito sanguinário para então libertar os Titãs das profundezas do Tártaro (inferno grego) e assim dominar a humanidade (e a divindade também). Enquanto isso, Teseu/Theseus vive feliz com sua mãe em uma vila da montanha, porém desde pequeno é aconselhado e ensinado a ser um guerreiro por um senhor (que na verdade é o deus Zeus ‘disfarçado’ que ‘por algum motivo’, acreditava fielmente no potencial do pobre mortal da montanha). Após a invasão das tropas de Hyperion às montanhas, Theseus é capturado e no cativeiro conhece Phaedra, “a oráculo” que prevê que o “jovem herói” será o futuro dono do Arco e o único capaz de derrotar o rei.

Dos mesmos produtores de 300, o filme tem duas coisas a oferecer: uma versão em 3D e muitas, muitas cenas de ação e efeitos especiais, beirando ao exagero. As cenas das batalhas são forçadas e longas demais. A fotografia, figurino, maquiagem, etc, me agradaram, mas é só. 
Fiquei sem entender pra quem o roteiro foi direcionado. Não deve ter sido para os fãs de mitologia grega (o Monte Olimpo é formado por QUATRO deuses, o Minotauro é um “cara fantasiado” e os Titãs só são “Titãs” porque perderam uma épica batalha contra os Deuses, que só viraram Deuses porque ganharam a luta) nem tampouco para os que desconhecem (os deuses e titãs mal têm seus nomes citados e o próprio surgimento e funcionamento do arco tem uma explicação precária). 
O principal diferencial do filme (que agradou e desagradou a muitos) é a “humanização” de deuses e titãs, permitindo suas mortes, ferimentos, etc. Incluindo a morte de deuses por deuses. Eu pessoalmente achei isto o pior do filme. Deuses são deuses, humanos são humanos, e eu não engulo essa “igualdade”, muito menos tratando de mitologia grega. Tenso.





Vou dar uma estrela a mais em função da escolha do elenco, que pra mim foi ótima. Henry Cavill (Teseu) ganhou totalmente a minha admiração e Mickey Rourke (Hyperion) me fez ter vontade de cuspir na tela (e nos óculos 3D), o que é bom, tratando-se do vilão da “trama”.

Formô!

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Amante Sombrio - J. R. Ward

Opa! Tudo bom? 

Amante Sombrio, volume I da série ‘Irmandade da Adaga Negra’, 448 páginas, editora Universo dos Livros.

Sinopse: Em Caldwell, tempos atuais, existe uma violenta e cruel rivalidade entre Vampiros e Redutores. Vampiros semelhantes aos clássicos (queimam no sol, vivem á noite, são fortes, poderosos, etc) que se alimentam de qualquer coisa, mas apenas o sangue de um vampiro do sexo oposto os mantém fortes. Ah, e apenas quem “nasceu” vampiro pode se transformar em um deles (sem essa de “mordeu-virou”). Redutores, do outro lado, são seres sem alma, praticamente albinos cuja única missão é perseguir e destruir os rivais "sanguessugas". Dentre os vampiros existe a Irmandade da Adaga Negra, sociedade de seis guerreiros defensores da raça. O primeiro livro conta a história de Wrath, vampiro mais puro da raça e conhecido como “Rei Cego” porque além de enxergar 1% ‘do mundo’ tem como missão liderar a espécie (por ser o mais puro, respeitado, etc). Darius, um antigo amigo de Wrath, o convoca para uma delicada missão: encontrar, conscientizar Beth (filha mestiça de Darius) de sua 'vampirice' e ajudá-la em sua transformação. 
Enquanto isso, Beth é uma jornalista solitária que acredita ser uma "humana normal". Wrath recusa a proposta, mas não contava com a morte de seu amigo horas depois. Decidido a honrar o último pedido do amigo, o "Rei Cego" decide procurar a jovem, porém não contava com uma paixão repentina. Além disto, a Irmandade está disposta a vingar a morte de Darius, morto por um Redutor. 

Eu particularmente gosto muito de literatura sobrenatural (principalmente quando as histórias não fogem da temática original e até rimou). A temática ‘vampiresca’ é sombria e muitas vezes agressiva. Fiquei feliz em perceber que J.R. WARD soube aproveitar e concretizar isto na história.  A narrativa é excelente e consegue prender o leitor do começo ao fim, fazendo-nos sair totalmente da realidade e até chegar a cuidar a janela do quarto (pra ver se não vão entrar vampiros por ali. Sério.).  O ‘romance’ entre Wrath e Beth é impecável sem ser meloso e os personagens conseguem ser heróicos sem fugir do contexto. Ainda que os personagens vampiros sejam um tanto idealizados (todos lindos, todos fortes, todos fantásticos. E ‘todas procura’!), a narrativa consegue manter um equilíbrio saudável. Além disto, é difícil não se encantar não só com os personagens principais como também com os demais membros da Irmandade
Eu, por exemplo, estou ansiosa pelo livro que contará a história de Tohrment (vou esperar sentada porque está previsto para ser o décimo livro.)

Resumindo: gostei muito e mal posso esperar para ler os outros livros da série. Até agora já existem oito livros no Brasil.




Comentário adicional: Quem já leu algum livro da Série Mortal (de J.D. Robb, pseudônimo de Nora Roberts) talvez, assim como eu, lembre-se de Roarkie com Wrath. Os dois moram em mansões, tem mordomos característicos, são lindos, são misteriosos e são bem altos. Desculpe, foi só um devaneio :)

Formô!
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